
Ferdinand Porsche começa a esboçar os projetos com a forma do Fusca, chamado inicialmente de Volkswagen, que significa “carro do povo”.

Hitler pede a Porsche um carro prático, de fácil manutenção e longa duração. Nasce então o Fusca: equipado do motor refrigerado a ar, sistema elétrico de seis volts e câmbio seco de 4 marchas.

Toda produção na Alemanha nazista é voltada para o uso militar. Com a mesma plataforma do Fusca, são desenvolvidos o jipe Kübelwagem, o anfíbio Schwimmwagem e o Kommamdeurwagem, todos destinados ao campo de batalha até 1945.

A fábrica é reconstruída. A produção em escala é retomada.

Começa a exportação do Fusca para os EUA e para outros países da Europa.

Chega no Brasil o primeiro lote de Fuscas da Alemanha, que contava com 30 unidades, todas comprada pela família Matarazzo.

O Fusca começa a ser importado para o Brasil em CKD (desmontado) e montado por aqui.

Finalmente o Fusca passa a ser produzido no Brasil, na fábrica da Volkswagen na Anchieta. A cerimônia da inauguração da fábrica contou com a participação do presidente Juscelino Kubitschek. Após 27 anos de produção no país, o Fusca deixa de ser fabricado.

A pedido então do presidente Itamar Franco, a produção é retomada e vai até 1996, quando o Fusca de vez o Brasil, após perder o fôlego para concorrência. Neste período foram vendidas 40 mil novas unidades.

É produzida no México a última unidade, com direito a Festa de despedida.
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