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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Curiosidade
Você sabia que antes do besouro ter o nome de Fusca, Hitler deu o nome de KDF Wagem. O nome fusca só apareceu depois, porque Ferry Porsche insistiu.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Olha o brucutu

Nos anos 1960 e início de 1970, um acessório virou febre entre os rebeldes da época. Muitos curtiam Roberto e Erasmo Carlos, Beatles, Elvis Presley, macacão Lee, calça boca de sino, costeleta e... Brucutu, nome dado a uma pequena capa cromada do bico do lavador de pára-brisa do Fusca, que, depois de roubada, era transformada em anel.
Ao que tudo indica, o termo “brucutu” foi inspirado no paradigma de um personagem de mesmo nome, figura do tempo das cavernas publicada nas tiras dos jornais estadunidenses. Ter um desses no dedo proporcionava o status de ser tão bruto quanto o personagem, além de pressupor a rebeldia e coragem imputada àquele que usava um objetivo roubado.
Ao que tudo indica, o termo “brucutu” foi inspirado no paradigma de um personagem de mesmo nome, figura do tempo das cavernas publicada nas tiras dos jornais estadunidenses. Ter um desses no dedo proporcionava o status de ser tão bruto quanto o personagem, além de pressupor a rebeldia e coragem imputada àquele que usava um objetivo roubado.
domingo, 18 de outubro de 2009
Volkswagen planeja levantar até 10 bilhões de euros de acionistas
Valor será usado para fazer novas aquisições e a fusão com a Porsche. Marca alemã quer expandir seu grupo de marcas de 9% para 12%.

A Volkswagen divulgou nesta sexta-feira (16) planos de levantar até 10 bilhões de euros (14,9 bilhões de dólares) de acionistas, o que analistas disseram que será suficiente para fazer novas aquisições, bem como uma fusão com a Porsche.
A montadora está envolvida em um processo de integração com a Porsche até 2011, e ambas as companhias tomaram várias medidas para fortalecer seus balanços.
A VW, cujo valor de mercado é de 43 bilhões de euros, informou que buscará autorização em dezembro para emitir até 135 milhões de novas ações preferenciais até dezembro de 2014, das quais uma grande parcela pode adentrar o mercado até a metade de 2010.
Com base no atual preço das ações preferenciais da VW, a iniciativa pode captar 10 bilhões de euros. Assumindo um desconto de 20% sobre o atual preço, a emissão deve gerar 8 bilhões de euros, disseram analistas do Credit Suisse.
A notícia sobre o plano de emissão de novas ações, cuja escala surpreendeu alguns observadores do mercado, surgem na sequência de comentários feitos pelo presidente do conselho da VW no mês passado. Ele afirmou que a maior montadora da Europa - que assumiu uma fatia do mercado global de 11,7 % em setembro - pode expandir seu grupo de marcas de 9% para 12%.
A fabricante alemã também busca ampliar sua participação como fabricante de caminhões com a recente aquisição das ações remanescentes da alemã MAN AG, afirmou um analista.
FONTE: GLOBO.COM
sábado, 17 de outubro de 2009
A saga do Puma
Depois da Gurgel, a segunda mais importante fábrica brasileira de veículos de pequena série é a Puma. Na realidade, o carro não nasceu com esse nome. Surgiu de um desafio das pistas. Em Matão, interior de São Paulo, Rino Malzoni criou um carro esporte, com mecânica DKW-Vemag, para enfrentar as berlinetas Willys Interlagos e seu domínio em competições. Em 1964, o GT Malzoni, exibido no Salão do Automóvel, impressionou por suas linhas ousadas e modernas. Um legítimo carro esporte nacional, de carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro sobre chassi encurtado do DKW e mesmo motor de 981 cm³. As unidades de rua começaram a ser fabricadas na capital paulista, em meados de 1966. Estima-se que se produziram apenas 35 unidades. No mesmo ano, surgiu no Salão do Automóvel o Puma GT, uma evolução ainda mais bonita, desenhada por Anísio Campos para a empresa Puma Veículos e Motores.
Desse segundo modelo, acredita-se que 125 unidades deixaram as linhas de montagem. Ainda em 1966, a Volkswagen iniciou o processo de absorção da Vemag e o fim do DKW um ano depois levou o fabricante artesanal a trocar o chassi e a mecânica. Surgiu então, em 1968, o Puma GT 1500, mantendo o mesmo emblema com a cara do felino (hoje em vias de extinção).
O novo automóvel partilhava o chassi, também com menor distância entre eixos, do Fusca, além do motor VW arrefecido a ar de 1.500 cm³ e dois carburadores. Embora não fosse um projeto apoiado pelo grande fabricante alemão, que já comercializava o Karmann-Ghia e mais tarde (1972) lançaria os SP, a Puma não enfrentou dificuldades em adquirir componentes.
Graças ao GT 1500 a empresa cresceu em ritmo acelerado. As peças mais baratas permitiam vendê-lo por um preço apenas cerca de duas vezes maior que o acessível Fusca. Componentes de motor, câmbio, direção e suspensões podiam ser encontradas na rede VW do país.
O primeiro conversível foi lançado em 1971, acompanhando a atualização mecânica do Karmann-Ghia que já emprestava o motor de 1.600 cm³ desde o ano anterior. Antes mesmo, em 1970, a Puma ensaiava os primeiros passos no exterior ao participar numa feira em Sevilha, Espanha. O carro foi exportado para mais de 50 países, incluindo Europa e EUA.
Em 1974, a fábrica lançou o Puma GTB, com chassi próprio e motor do Opala 6-cilindros, embalada pelo sucesso dos modelos de menor porte. Para estes, em plena era do milagre econômico brasileiro, havia fila de espera. No Salão do Automóvel daquele ano, a Puma apresentou um caminhão leve e o projeto de um minicarro como resposta à primeira crise do petróleo. Essa diversificação seria fatal para a empresa, mais adiante, quando lhe faltou fôlego financeiro.
A segunda crise do petróleo (1979/80) diminuiu o interesse pelos esportivos e a sua reação foi redesenhar os Pumas pequenos. A empresa fechou as portas em 1985. Ainda houve uma tentativa de relançamento pela empresa Alfa Metais, de Curitiba (PR), em 1987. Em 1992, chegou ao fim a produção dos carros esporte e a do caminhão, em 1993.
Estima-se que mais de 23.000 carros esporte foram vendidos, volume nem de perto atingido por outros pequenos fabricantes nacionais.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Evolução das lanternas traseiras
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Noticia ! Ministério dos Transportes do México (Setravi)

O onipresente bugs Volkswagen verde e branco que servem como táxis baratos para milhões de residentes na Cidade do México, enquanto danificar seus pulmões por vomitando partículas ultrafinas e de outros poluentes serão eliminadas até 2012, segundo a agência de notícias espanhola Efe. Os carros, conhecido carinhosamente como "barracas", proliferaram nas últimas décadas México, depois de a Volkswagen começou a fabricar-los na cidade de Puebla.
O transporte rodoviário municipal e ministério, conhecido como SETRAVI, pronunciou-se quinta-feira dizendo que os besouros são menos seguros e são responsáveis por mais poluente do que qualquer veículo moderno. O ministério forneceu poucos detalhes sobre como a eliminação progressiva iria ocorrer, mas a idéia é substituir as barracas com o moderno, veículos energeticamente eficientes e limpos.
"Eles poluem muito mais. Eles só fica oito quilômetros por litro (cerca de 19 milhas por galão), enquanto um carro moderno fica 14 quilômetros (mpg aproximadamente 34), Victor Manuel Ramirez, o chefe de divisão SETRAVI de táxi, disse à nova agência.
O primeiro Volkswagen Beetles chegou ao México em 1956, após um trio de banana magnatas que foram frustrados por trazer seus navios de volta vazio da Europa escolhe para preenchê-las com os carros. Caso do México amor com o Fusca foi lançado logo depois. O carro era barato e forte, e poderia ser reparada com uma chave de fenda e martelo. Em 1973, um em cada três carros vendidos no México foi um vocho, segundo a Zona Latina.
Não há muito tempo, observamos que o uso do carro dobrou na Cidade do México nos últimos sete anos
Adeus ao Fusca Taxi Mexicano
Se você já foi a qualquer uma das maiores cidades do México provavelmente já se surpreendeu com o incrível número de Fuscas que existe por lá. O Fusca Mexicano, mais conhecido como “Vocho” foi fabricado em Puebla até a metade de 2003 e ainda com os “upgrades” feitos no carro como catalisador e injeção eletrônica o “Vocho” não atende às normas ambientais.

Por esse motivo Ministério dos Transportes do México (SETRAVI) decidiu no início deste mês que o Fusquinha deve ser descontinuado até 2012. No comunicado do SETRAVI vai ainda a informação que os nossos amigos serão substituídos por carros que emitem menos poluentes e muito mais seguros. Resta saber se os motoristas terão por estes novos carros o mesmo carinho que tem pelo “vocho”.
Curiosidade

Por esse motivo Ministério dos Transportes do México (SETRAVI) decidiu no início deste mês que o Fusquinha deve ser descontinuado até 2012. No comunicado do SETRAVI vai ainda a informação que os nossos amigos serão substituídos por carros que emitem menos poluentes e muito mais seguros. Resta saber se os motoristas terão por estes novos carros o mesmo carinho que tem pelo “vocho”.
Curiosidade
Você sabia que durante as décadas de 80 e 90 os taxis Mexicanos eram todos amarelos? Depois, foram introduzidos os “taxis ecológicos” que nada mais eram que os mesmos carros pintados de verde e branco.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Livro diz que judeu é o verdadeiro 'pai do Fusca'
Um livro que acaba de ser publicado na Holanda questiona a legitimidade de Ferdinand Porsche como o homem que inventou o Volkswagen Beetle (Fusca). De acordo com o livro “Het Ware Verhaal van de Kever” ("A verdadeira história do Fusca”), do historiador Paul Schilperoord, o homem que desenvolveu o carro mais popular do mundo e que se tornou o símbolo da indústria automobilística alemã foi um jornalista e engenheiro judeu chamado Josef Ganz (1898-1967).
De acordo com o livro, que está sendo cogitado para servir de roteiro para um filme de cinema, Ganz era filho de pai alemão e mãe húngara, adorava engenharia automotiva e projetou em 1923 o primeiro carro compacto com motor na parte de trás, carroceria arredondada e suspensão independente. Ele sonhava criar um carro que pudesse ser mais seguro e eficiente que os modelos da época e custasse o mesmo que uma motocicleta. Ganz entrou em contato com fabricantes de motos e em 1931 conseguiu finalmente construir o protótipo Maikäfer (Meu Besouro). Após prestar serviços para a BMW e a Daimler, Ganz acabou preso pela Gestapo, a polícia do regime nazista, em 1933, acusado de chantagem. Libertado no ano seguinte, acabou tendo sua carreira como projetista prejudicada.
Ganz seguiu para a Suíça onde o próprio governo suíço tentou roubar seu projeto. Para piorar, de acordo com o livro, Adolf Hitler ficou entusiasmado com a ideia de produzir um veículo popular em larga escala.
Hitler então teria designado Ferdinand Porsche para desenvolver o Volkswagen Beetle e ficar com todos os créditos pela obra.
O judeu Ganz nunca conseguiu comprovar ser o verdadeiro “pai” do Fusca. Após a Segunda Guerra ele foi para a França tentar desenvolver seu carro pela companhia Automobile Julien, sem sucesso. Em 1951, Ganz foi morar na Austrália onde trabalhou para a Holden, uma marca do grupo General Motors. Ele morreu em 1967.
Emfim Ganz não pode ter sido o pai do Fusca, mas o importante é que o nosso Besouro existe.
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